Nos últimos meses, temos notado um aumento significativo nas perguntas de nossos clientes e parceiros sobre as mudanças da reforma tributária e como elas podem interferir no mercado de imóveis a partir de 2026. Esse tema gera ansiedade legítima em quem pensa em investir, comprar ou vender propriedades, principalmente depois das diversas notícias e relatos do setor.
Como especialistas em Campinas e Paulínia, acompanhamos cada detalhe desse processo, porque acreditamos que informações claras são o primeiro passo para tomar boas decisões. Por isso, reunimos as perguntas mais recorrentes sobre a reforma tributária e imóveis, trazendo respostas objetivas, exemplos reais e estimativas do que esperar para o futuro próximo.
O que já sabemos sobre a reforma tributária e os imóveis
Primeiro, é importante explicar em que estágio está a reforma. O texto já foi aprovado no Congresso e passa agora pela fase de regulamentação, em que detalhes sobre as alíquotas e cobrança de impostos são definidos. Pelos principais pontos, a ideia é simplificar o sistema tributário, unificando impostos federais, estaduais e municipais em dois grandes grupos: IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).
Para o mercado imobiliário, a atenção está especialmente voltada ao impacto dessas mudanças em impostos como ITBI, IPTU e tributos sobre compra, venda e locação. A D. LANGE IMÓVEIS investe forte na análise desse cenário porque vemos inúmeras pessoas esperando definições para decidir seu próximo passo.
Mudanças tributárias afetam o valor do imóvel e a decisão de compra.
Como a reforma tributária muda a forma de tributar imóveis?
Na prática, o novo modelo prevê alteração na forma e no percentual de cobrança sobre transações imobiliárias. Dados de estimativas divulgadas pela Câmara dos Deputados apontam que, em São Paulo, um apartamento de R$ 200 mil, que hoje paga cerca de 6,41% de tributos na transferência, poderá passar a pagar até 7,9%. Já imóveis de R$ 1 milhão saem de 8% para 15,8% (setor paulista destaca aumento de imposto).
Nossos clientes perguntam muito sobre a possibilidade de aumento nos custos da compra, venda e até na locação de imóveis residenciais e comerciais. O momento é de cautela, mas a tendência é que imóveis de maior valor fiquem ainda mais “pesados” do ponto de vista tributário.
- Aumento na alíquota de impostos sobre imóveis mais caros
- Possível elevação no ITBI e outros tributos na transferência
- IPTU não está incluso na reforma, mas pode ser afetado indiretamente
Segundo a Associação Brasileira do Mercado Imobiliário, a carga tributária pode aumentar de 15,4% para imóveis de R$ 240 mil e chegar a 51,7% em propriedades de R$ 2 milhões (projeções do setor imobiliário).
Na prática, o que muda para quem quer comprar, vender ou alugar?
Para quem busca comprar um imóvel residencial em bairros consolidados, como o Swiss Park, ou investir em imóveis comerciais em Campinas e Paulínia, a principal preocupação é a elevação da carga tributária. Em imóveis de valor intermediário, o acréscimo pode ser menos acentuado, mas negociações tendem a envolver mais atenção nos custos extras.
Nessa nova conjuntura, comprar pode, sim, ficar mais caro para faixas de renda mais alta, especialmente acima de R$ 1 milhão. Em contrapartida, para quem financia, os bancos e construtoras já estudam estratégias, como promoções temporárias e taxa reduzida, para não travar o mercado.
- Maior impacto em imóveis de alto padrão
- Oportunidades para compra antes das mudanças vigorarem
- Atenção redobrada à documentação e cálculo de custos
Já para venda de imóveis, especialmente em áreas valorizadas como Cambuí, em Campinas, pode ser que parte dos custos extras recaia sobre o comprador, impactando o valor de mercado e as condições finais de pagamento. Reforçamos a importância de acompanhamento profissional, incluímos todas as nuances dessas alterações em nosso guia sobre imóveis em Cambuí.
O que ainda pode mudar?
Apesar de já termos várias informações, a fase de regulamentação é onde todo o detalhe é definido. Podemos ter ajustes nas alíquotas, isenções para determinados tipos de imóveis ou alternativas de transição entre sistemas. A experiência da nossa equipe de corretores mostra como navegar por momentos de incerteza faz diferença, principalmente em negociações complexas ou aquisições com planejamento familiar envolvido.
Planejamento é a melhor resposta quando o cenário é incerto.
Vamos continuar acompanhando de perto cada norma publicada e compartilhando atualizações para orientar você, seja para comprar ou alugar em Paulínia, seja para decidir qual o melhor momento para vender.
Existe risco de desvalorização do imóvel com a reforma?
O mercado brasileiro, em geral, vê imóveis como proteção patrimonial diante de crises econômicas. Mesmo com a possibilidade de aumento tributário, ainda existe expectativa de valorização, especialmente nos bairros mais procurados de Campinas e Paulínia, onde a procura segue firme.
Pode haver algum desaquecimento momentâneo, principalmente em imóveis acima de R$ 1 milhão, mas nossa experiência indica que demandas por moradias de qualidade e bons endereços tendem a manter o valor médio em patamares elevados. Em regiões de expansão ou espaços comerciais com alto potencial, o impacto tende a ser menor, pois o valor agregado do imóvel compensa parte do custo extra.
Comprar imóvel em 2026: urge antecipar a decisão?
Muitas pessoas nos procuram para perguntar se o melhor é fechar negócio antes da entrada em vigor das novas regras. Não existe uma única resposta. Depende do perfil do comprador, do tipo de imóvel e do planejamento financeiro.
No entanto, analisando os principais estudos do setor, sugerimos atenção especial para quem já estava pronto para fechar negócio. Aqueles interessados em imóveis de alto valor ou em regiões valorizadas podem se beneficiar ao antecipar o investimento.
Antecipar a compra pode ser vantagem em imóveis de alto padrão.
Imóveis mais acessíveis podem sentir aumento menor em impostos, então a decisão sobre urgência deve ser pensada com calma e suporte especializado. A D. LANGE IMÓVEIS acompanha de perto cada movimento para orientar clientes a partir de suas necessidades e metas individuais.
Conclusão: informação é seu melhor aliado
Sabemos que o cenário de reforma tributária traz desconforto e dúvidas, mas também oportunidades para quem se mantém bem informado. A equipe D. LANGE IMÓVEIS está preparada para oferecer orientação em cada fase, da busca, compra, venda ou locação, seja para moradia ou investimento comercial. Nossa experiência local em Campinas e Paulínia permite agir rápido diante das atualizações de lei, encontrando soluções seguras e transparentes para nossos clientes.
Quer saber como essas mudanças impactam diretamente seu objetivo? Fale com a D. LANGE IMÓVEIS e descubra como nossa proximidade, conhecimento e suporte personalizado podem ajudar você a tomar a melhor decisão neste cenário em transformação.
Perguntas frequentes sobre reforma tributária e imóveis em 2026
O que muda na reforma tributária para imóveis?
A principal mudança é a unificação de impostos e possível aumento da carga tributária em operações de compra, venda e transferência de imóveis, especialmente em propriedades de valor mais elevado. A fatia de tributos pode crescer de acordo com o valor do imóvel, segundo estudos do setor imobiliário paulista.
Como a reforma afeta o IPTU dos imóveis?
O IPTU não está dentro das mudanças diretas da reforma tributária, mas pode sofrer ajustes futuros por decisão municipal. Por enquanto, IPTU segue regras próprias, podendo ser revisto pelos municípios a qualquer tempo.
Quanto vou pagar de imposto na venda?
Ao vender um imóvel, pode haver aumento na alíquota de impostos sobre ganho de capital e transferência (ITBI), variando conforme o valor da propriedade. Imóveis de R$ 1 milhão, por exemplo, podem passar de 8% para até 15,8% de imposto total sobre o valor, segundo projeções já divulgadas.
Vale a pena comprar imóvel em 2026?
Depende do perfil e da urgência. Para quem mira imóveis de alto padrão, antecipar a compra antes da vigência das novas alíquotas pode ser uma alternativa interessante. Para imóveis de valor intermediário ou popular, vale avaliar com calma, sempre buscando o apoio de especialistas.
Quais imóveis terão mais imposto?
Imóveis de valor mais alto tendem a ser mais impactados pelo aumento da carga tributária, por exemplo, acima de R$ 1 milhão podem ter aumento expressivo na porcentagem de impostos. Já unidades mais econômicas podem sentir efeito menor, de acordo com as projeções recentes do setor e dos órgãos oficiais.
