A presença dos pets mudou radicalmente a forma como vivemos e escolhemos nosso lar. Há poucas décadas, animais de estimação tinham lugar limitado à companhia. Hoje, são parte da família, protagonistas da rotina e decisões silenciosos quando buscamos um novo imóvel, principalmente nos apartamentos das grandes cidades.
A revolução pet nas casas urbanas
Quando pensamos em moradia, não falamos mais só de quartos, localização ou vista. Para 31% dos compradores de imóveis no Brasil em 2024, a existência de um espaço para pets é prioridade, atrás apenas de churrasqueira e mini mercado, segundo a pesquisa Tendências de Moradia 2024 (ver estudo).Estamos diante de uma mudança de paradigma: o lar perfeito é, também, o lar ideal para nossos animais.
O Brasil soma hoje 160,9 milhões de pets, superando os 39 milhões de crianças de até 13 anos no país. Cães (58 milhões) são maioria, seguidos de aves (38 milhões), gatos (28 milhões), peixes ornamentais (21 milhões) e pequenos mamíferos e répteis (3 milhões), como aponta o levantamento Brain de 2025. Enquanto cachorros seguem liderando, vemos um salto expressivo na adoção de gatos e pequenos animais, uma resposta direta à vida em lares compactos e de uma só pessoa.
Como as famílias mudaram e os pets ganharam espaço
O cenário demográfico reforça essa nova realidade. Entre 2010 e 2022, domicílios compostos por apenas uma pessoa cresceram de 12% para 19%. Casais sem filhos estão em quase 20% dos lares. Para muitos, o pet assume o papel de parceiro diário e fonte de apoio emocional. Dividir a rotina com um animal de estimação significa companhia constante, proteção e estabilidade emocional, impactos comprovados por estudos científicos. Em nossa experiência na D. LANGE IMÓVEIS, ouvimos histórias quase todos os dias de clientes em busca de apartamentos que acolham não só eles, mas também seus amigos de quatro patas ou asas.
Essa importância está evidente nos números do mercado: o faturamento do setor pet brasileiro chegou a R$ 75,4 bilhões em 2024, mais da metade disso vindo apenas de alimentação. O investimento em conforto para os animais reflete diretamente na escolha do imóvel, adaptando tamanho, infraestrutura e até vizinhança.
Padrão internacional e contexto brasileiro
Quando comparamos o Brasil ao restante do mundo, vemos que o amor por pets realmente molda o mercado imobiliário em diversos países.
- Brasil: 48% dos lares têm ao menos um pet.
- EUA: 66% das famílias convivem com animais.
- Austrália: 70% dos lares contam com um pet.
Esses dados reforçam que a adaptação dos espaços residenciais à presença animal já é realidade muito além das fronteiras daqui. Não à toa, o mercado de lançamentos de apartamentos alcançou R$ 300 bilhões em 2025, com 43% dos novos empreendimentos em grandes cidades brasileiras já oferecendo área pet na infraestrutura. Para comparação, menos de 1% dos condomínios prontos formalizaram esse benefício (fonte).Os pets na rotina e nos sentimentos
Viver em apartamento deixou de ser obstáculo para quem ama bichos. Os pets passaram a estruturar horários, a ditar passeios, a incentivar atividades físicas e até novas amizades – como mostra o estudo da University of Cambridge, animais de estimação ajudam crianças a desenvolver bem-estar emocional e social. Pesquisas publicadas no Journal of Pediatrics indicam o mesmo: pets contribuem com a interação social dos pequenos, dão suporte emocional e reduzem sentimentos de solidão, inclusive entre idosos.
Presença, cuidado e constância: três coisas que todo pet nos ensina.
Em nossa rotina na D. LANGE IMÓVEIS, notamos pessoas buscando apartamentos em bairros consolidados para garantir qualidade de vida também aos seus pets. Exemplo disso são as buscas crescentes por imóveis no Swiss Park, Vinhedo e Valinhos – regiões com infraestrutura e áreas verdes próximas (apartamentos em Vinhedo apartamentos em Valinhos), ou residenciais fechados, como o Condomínio Chácara Flora.
Pessoal: o lar com bichos de todo tipo
Em nossos atendimentos, ouvimos de clientes apaixonados por cães, gatos, calopsitas, coelhos e até tartarugas. Em uma ocasião, conhecemos uma família que adotou três pets diferentes e sonha em receber animais silvestres resgatados. Tudo orientado pelo desejo simples: oferecer abrigo, carinho e um espaço seguro. Não é só escolha racional, mas também afetiva.
Morar com pets mudou o perfil das famílias urbanas, ampliando laços e redefinindo prioridades na hora de fechar negócio. Apartamentos ou casas já não se distribuem por tamanho de filhos ou vagas de garagem, mas pelo espaço para cães brincarem, gatos escalarem prateleiras ou aves receberem sol pela manhã.
Mercado imobiliário: números e comportamentos
Segundo dados de 2024, 13% dos apartamentos brasileiros já registram pets. Entre eles, cães são 69%, gatos estão em 28% e aproximadamente 3% dos lares abrigam animais exóticos, como coelhos e répteis. O movimento é ainda mais expressivo nos aluguéis: no segundo trimestre de 2023, cerca de 40% dos imóveis alugados em Belo Horizonte recebiam pets, frente aos 29% em 2019, em clara ascensão (ver reportagem).
Para a família urbana hoje, o pet faz parte do orçamento, das decisões de compra e até da adaptação da rotina ao novo endereço. Residenciais novos como o Condomínio Das Hortências e o Residencial Terras de São Francisco já trazem áreas específicas para animais, pensando em praticidade e segurança para todos.
Presença, cuidado, constância: a lição dos pets para nossas escolhas
Quando Veruska Seibel mostrou ao país sua Lulu-da-Pomerânia esperando por Ricardo Boechat, deixou claro o papel do pet em nossos lares: ensinar o valor da presença, do afeto diário e da fidelidade. Ao escolher onde viver – seja um apartamento compacto em Vinhedo, uma casa em condomínio fechado ou um imóvel comercial para montar um pet shop em Paulínia – levamos conosco essa lição silenciosa.
Na D. LANGE IMÓVEIS, acreditamos que morar bem é, também, escolher um espaço que acolha todos os membros da família, humanos e não humanos. O futuro da moradia é pet friendly.
Se você deseja encontrar um apartamento, casa ou espaço comercial pensado para todos, conheça as opções disponíveis na D. LANGE IMÓVEIS e conte com nosso suporte personalizado para fazer dessa etapa um recomeço completo.
Perguntas frequentes sobre pets e moradia em apartamento
O que são condomínios pet friendly?
Condomínios pet friendly são empreendimentos que permitem e incentivam a convivência com animais de estimação, oferecendo estrutura como áreas de lazer exclusivas para pets, espaço de convivência e regras adaptadas. Esses lugares facilitam a rotina de quem mora com animais e reduzem conflitos entre vizinhos.
Como encontrar apartamentos que aceitam pets?
Para encontrar apartamentos que aceitam pets, recomendamos consultar anúncios já sinalizados como “pet friendly”, além de observar a descrição do imóvel e conversar com a administradora ou proprietário sobre políticas de animais. Plataformas de imobiliárias como a nossa da D. LANGE IMÓVEIS mostram opções em destaque para quem busca esse perfil.
Ter pet aumenta o valor do aluguel?
Ter um pet não aumenta, por si só, o valor do aluguel. Porém, imóveis bem adaptados, com área pet ou facilidades para animais, podem ser mais valorizados em regiões de alta procura. Em muitos casos, o proprietário pode pedir garantia extra ou exigir cuidados adicionais no contrato para evitar danos, mas isso varia.
Quais são os benefícios de morar com pets?
Morar com pets traz benefícios comprovados como companhia diária, sensação de proteção, estímulo à atividade física e redução do estresse. Para crianças, segundo estudos da University of Cambridge e do Journal of Pediatrics, a convivência com animais melhora o desenvolvimento emocional e social. Para adultos e idosos, há impactos positivos no humor e qualidade de vida.
O que avaliar ao escolher apartamento para pets?
Avalie o tamanho do imóvel, a existência de áreas comuns adequadas (área pet, jardim, espaço para passeio), ventilação, proteção em janelas, e regras do condomínio sobre animais. Considere também o perfil do seu pet: cães grandes precisam de espaço e rotinas de passeio; gatos gostam de esconderijos e prateleiras; aves precisam de luz e silêncio. A adaptação do espaço e o respeito às necessidades do animal são fundamentais para uma convivência harmoniosa.
