Estamos vivendo um momento de transformação no setor imobiliário brasileiro. Quem atua na compra, venda ou locação de imóveis, como nós, da D. LANGE IMÓVEIS, percebe de perto o crescimento do interesse por empreendimentos mais responsáveis, tanto do ponto de vista ambiental quanto social. Em 2026, construir imóveis sustentáveis deixou de ser uma tendência distante e passou a ser parte das exigências do mercado e legislação em várias cidades do país.
A demanda é real e acompanha dados concretos. O Censo 2022 do IBGE apontou que 3,5 milhões de imóveis estavam em construção ou reforma naquele ano, um crescimento de 40% em relação a 2010. Dentro dessa nova onda, o conceito de sustentabilidade transformou o modo como projetamos e executamos obras, um tema que vamos aprofundar de forma direta, esclarecendo os requisitos para construir imóveis sustentáveis em 2026.
Construir sustentável é planejar pensando no futuro.
O que define um imóvel sustentável em 2026
A legislação brasileira, assim como normas internacionais, hoje define com clareza o que caracteriza uma construção sustentável. Segundo a lei sancionada pela Prefeitura de Manaus e reforçada por práticas do setor, podemos resumir três pilares principais:
- Uso racional de água e energia
- Emprego de materiais de baixo impacto ambiental
- Gestão adequada de resíduos e poluição
Imóveis sustentáveis priorizam soluções que minimizam o consumo de recursos naturais e reduzem o impacto durante todo o ciclo de vida da edificação. Não envolve só aspectos técnicos, mas também uma mudança de mentalidade: cada etapa do projeto leva em conta o bem-estar de quem vai viver, trabalhar ou investir naquele espaço e dos entornos urbanos.
Principais requisitos legais e normas técnicas
Em 2026, municípios como Campinas e Paulínia já contam com legislações baseadas em premissas nacionais e internacionais para definir padrões de sustentabilidade na construção civil. Alguns requisitos despontam como obrigatórios ou fortemente recomendados:
- Eficiência hídrica: sistemas para captação de água da chuva, reuso de águas cinzas, descargas de baixo consumo e torneiras inteligentes.
- Eficiência energética: aproveitamento de luz natural, instalação de painéis fotovoltaicos, sensores de presença e isolamento térmico adequado.
- Materiais sustentáveis: uso de madeira certificada, alternativas ao cimento tradicional, tintas e revestimentos não tóxicos e reciclados.
- Gestão de resíduos: plano para destinação correta de resíduos de obra e incentivo à economia circular no canteiro.
- Projetos paisagísticos integrados: cobertura vegetal, telhados verdes e jardins filtrantes para retenção de água.
Muitos desses itens já são exigidos em lançamentos como o Condomínio Riviera Cambuí ou o Edifício Nob Hill, cujos projetos evidenciam a preocupação com sustentabilidade nos detalhes construtivos.
Certificações ambientais e mercado imobiliário
Além do cumprimento das leis nacionais, a busca por certificações ambientais tornou-se um diferencial competitivo. No Brasil, o padrão LEED é destaque. De acordo com dados do U.S. Green Building Council, o país somava cerca de 2.400 construções certificadas ou em fase de certificação em 2024, crescendo 5% naquele ano. Esse número pode parecer modesto diante do potencial do mercado, mas revela o início de uma mudança estrutural sólida.
Esse movimento se reflete inclusive nos lançamentos de empreendimentos que analisamos, como o Edifício Ilhas Canárias, onde o impacto ambiental do ciclo construtivo é cuidadosamente medido. Tendências como essa também podem ser vistas no Condomínio Verano, que já atende aos padrões exigidos para obtenção de selos verdes.
Soluções e inovações tecnológicas utilizadas
Uma construção sustentável depende cada vez mais de soluções tecnológicas:
- Painéis solares fotovoltaicos, que produzem energia limpa para o consumo do próprio condomínio ou empresa.
- Reuso de materiais, como portas, pisos e ferragens de demolição ou reciclados.
- Sistemas de automação, monitorando e controlando consumo elétrico e hidráulico em tempo real.
- Iluminação inteligente, com sensores e lâmpadas LED de última geração.
- Gestão de resíduos digitalizada, integrando plataformas para rastreamento de todas as etapas.
No Loteamento Residencial Terras do Vale, por exemplo, é valorizada a aplicação de suítes, áreas comuns e pilotis com soluções de automação, além do paisagismo regenerativo, desenhando harmonia entre natureza e urbanização.
Viabilidade financeira e interesse do comprador
Frequentemente ouvimos de clientes dúvidas sobre custos e benefícios da construção sustentável. A pesquisa da Offerwise mostra que 29% dos compradores aceitam pagar mais por imóveis com certificação ambiental. O setor, segundo a Grand View Research, pode chegar a um volume de US$ 89,9 bilhões no Brasil até 2030, crescendo cerca de 5% ao ano.
Sustentabilidade gera valor para quem constrói e para quem investe.
Com novas tecnologias e incentivos, construir sustentável custa pouco mais do que o convencional, mas traz retorno em economia de água, energia e valorização patrimonial.
Como nós ajudamos você a construir ou adquirir um imóvel sustentável
A experiência da D. LANGE IMÓVEIS mostra que a escolha por empreendimentos sustentáveis vai além de um modismo ou requisito legal. Trata-se de perceber o valor de viver ou investir em ambientes mais saudáveis, econômicos e integrados ao seu tempo.
Temos acompanhado o crescimento de condomínios e espaços comerciais que adotam boas práticas desde a concepção até o pós-ocupação. Ao orientar nossos clientes, buscamos imóveis que reúnam qualidade construtiva e compromisso ambiental, trazendo suporte em todo o processo, desde a escolha do terreno até a indicação de especialistas para certificação sustentável.
Conclusão
Os requisitos para construir imóveis sustentáveis em 2026 são claros, práticos e já fazem parte do dia a dia do setor imobiliário brasileiro. Eficiência no uso de recursos, gestão responsável dos resíduos, inovação tecnológica e valorização do bem-estar coletivo são pontos de destaque.
Nossa missão na D. LANGE IMÓVEIS é conectar você a empreendimentos que reúnam esses elementos, seja na compra, venda ou locação. Se você quer saber mais sobre imóveis sustentáveis ou está buscando investir nesse futuro, venha conversar conosco e descubra como podemos auxiliar na realização do seu sonho com responsabilidade e segurança.
Perguntas frequentes sobre imóveis sustentáveis
O que é um imóvel sustentável?
Imóvel sustentável é toda construção que adota soluções para reduzir o consumo de água, energia e materiais com alto impacto ambiental. Isso envolve a escolha de sistemas construtivos e de gestão que promovem o uso consciente de recursos naturais e minimizam os impactos negativos ao longo do tempo.
Quais materiais são permitidos em 2026?
Materiais permitidos em 2026 para obras sustentáveis incluem madeira de reflorestamento certificada, tijolos ecológicos, tintas à base d’água e produtos reciclados ou recicláveis. É proibido usar produtos tóxicos e madeiras sem origem comprovada para atender novas normas ambientais.
Como obter certificação sustentável em 2026?
A certificação sustentável é obtida ao seguir critérios técnicos e legais nacionais e internacionais, como os padrões LEED e outros selos. É preciso registrar o projeto, contratar consultores qualificados e comprovar a aplicação de soluções ambientais inovadoras durante todo o ciclo da obra.
Quanto custa construir sustentável em 2026?
O custo de uma construção sustentável em 2026 tende a ser de 3% a 8% maior na comparação com o método convencional, segundo estimativas do setor. Entretanto, essa diferença é compensada rapidamente pela economia gerada em energia, água e manutenções, além de melhor valorização do imóvel.
Vale a pena investir em imóveis sustentáveis?
Investir em imóveis sustentáveis é comprovadamente vantajoso por unir responsabilidade ambiental, valorização de mercado e economia a longo prazo. O interesse do comprador aumenta e a liquidez desses imóveis tende a ser maior, como mostram pesquisas do setor imobiliário brasileiro.
